{"version":"1.0","provider_name":"350 Portugu\u00eas","provider_url":"https:\/\/350.org\/pt","author_name":"350 Portugu\u00eas","author_url":"https:\/\/350.org\/pt","title":"Balan\u00e7o da Rio+20: uma perspectiva mobilizat\u00f3ria","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"OEoEyU1jmK\"><a href=\"https:\/\/350.org\/pt\/balan-o-da-rio20-uma-perspectiva-mobilizat-ria\/\">Balan\u00e7o da Rio+20: uma perspectiva mobilizat\u00f3ria<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/350.org\/pt\/balan-o-da-rio20-uma-perspectiva-mobilizat-ria\/embed\/#?secret=OEoEyU1jmK\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;Balan\u00e7o da Rio+20: uma perspectiva mobilizat\u00f3ria&#8221; &#8212; 350 Portugu\u00eas\" data-secret=\"OEoEyU1jmK\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script type=\"text\/javascript\">\n\/* <![CDATA[ *\/\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/350.org\/pt\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n\/* ]]> *\/\n<\/script>\n","description":"&nbsp;Paula Collet, coordenadora da 350.org no Brasil, escreveu um artigo para a edi\u00e7\u00e3o de julho de 2012 do peri\u00f3dico Pontes. Confira abaixo.Neste artigo, a autora realiza um balan\u00e7o das atividades da ONG 350.org na Rio+20. Embora reconhe\u00e7a a necessidade de muitas mudan\u00e7as no que diz respeito \u00e0 participa\u00e7\u00e3o da sociedade civil e ao desenvolvimento sustent\u00e1vel, a autora considera que a Rio+20 conferiu uma grande responsabilidade aos movimentos sociais nesse processo de transforma\u00e7\u00e3o.A 350.org \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o-governamental (ONG) que surgiu com o objetivo de ajudar organiza\u00e7\u00f5es, governos, institui\u00e7\u00f5es e pessoas a empoderarem-se e fazer da 15\u00aa Confer\u00eancia das Partes (COP, sigla em ingl\u00eas) \u2013 realizada em Copenhague \u2013 um momento decisivo das negocia\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, que nos liderasse para a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de carbono at\u00e9 350 part\u00edculas por milh\u00e3o (ppm) de CO2 na atmosfera.Depois de Copenhague, o movimento clim\u00e1tico \u2013 inclusive a 350.org \u2013 passou por um processo de amadurecimento e reflex\u00e3o sobre como dar continuidade ao objetivo referido acima em outras frentes, para al\u00e9m dos poss\u00edveis tratados globais. Nesse processo, algumas coisas ficaram claras: o movimento clim\u00e1tico \u00e9 forte e global, e as a\u00e7\u00f5es que conectam pessoas dentro das negocia\u00e7\u00f5es com as que est\u00e3o protestando fora, mais os milhares de espectadores que est\u00e3o em seus pa\u00edses acompanhando as not\u00edcias e querendo influenciar seus governos de alguma forma, produzem uma uni\u00e3o de for\u00e7as poderosa e necess\u00e1ria. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m ficou claro que os motivos que impedem que os pa\u00edses alcancem um acordo n\u00e3o t\u00eam origem nas negocia\u00e7\u00f5es, mas sim nos governos \u2013 que muitas vezes n\u00e3o refletem o interesse de suas popula\u00e7\u00f5es.Por isso, em 2010, a 350.org criou uma campanha mundial voltada ao empoderamento das pessoas, bem como a estimul\u00e1-las a criar as solu\u00e7\u00f5es que queriam para o mundo e convocar seus l\u00edderes pol\u00edticos a acompanh\u00e1-las. Em 2011, a ONG incentivou sua rede a pressionar os governos para que cuidassem das pessoas e do meio ambiente, em detrimento dos interesses econ\u00f4micos de uma minoria. Nesse mesmo ano, a 350.org enviou uma grande equipe a Durban (\u00c1frica do Sul) para participar da COP 17 sem grandes mobiliza\u00e7\u00f5es ou interven\u00e7\u00f5es; a proposta era aproximar os integrantes da equipe global e os parceiros da ONG para que trocassem ideias, apresentassem planos e articulassem novas parcerias.Durante a COP, a equipe observou que as negocia\u00e7\u00f5es estavam enfraquecidas e que sua presen\u00e7a naquela Confer\u00eancia a afastava de seus objetivos. Para uma equipe global que promove mobiliza\u00e7\u00f5es, treinamentos e campanhas locais (nacionais e regionais), esse quadro exigia novas medidas. Nesse sentido, a 350.org juntou-se com outras organiza\u00e7\u00f5es e jovens e realizaram uma manifesta\u00e7\u00e3o semelhante ao \u201cOccupy Wall Street\u201d, \u00e0 frente do local onde se realizava a plen\u00e1ria da COP. Negociadores de pa\u00edses parceiros, lideran\u00e7as africanas e todos aqueles que n\u00e3o se sentiam representados pelas decis\u00f5es da reuni\u00e3o foram convidados para fazerem suas vozes serem ouvidas em um enorme jogral \u2013 pr\u00e1tica utilizada no movimento \u201cOccupy\u201d e conhecida como \u201cmicrofone humano\u201d \u2013 nos corredores da negocia\u00e7\u00e3o.Apesar da import\u00e2ncia dessa iniciativa, a 350.org decidiu que n\u00e3o mais deslocaria um grande n\u00famero de seus integrantes de todo o mundo para as confer\u00eancias internacionais. Ap\u00f3s Durban, a ONG concentrou-se em levar equipes pequenas e regionais para as confer\u00eancias, dar oportunidade para organizadores locais se destacarem e utilizarem o momento para refor\u00e7ar as redes e parcerias regionais.Leia mais aqui&nbsp;"}