{"id":129885,"date":"2015-01-14T05:48:13","date_gmt":"2015-01-14T08:48:13","guid":{"rendered":"https:\/\/350.org\/pt\/?p=129885"},"modified":"2015-01-14T05:48:13","modified_gmt":"2015-01-14T08:48:13","slug":"mais-um-prego-no-caixao-do-carvao-europeu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/350.org\/pt\/mais-um-prego-no-caixao-do-carvao-europeu\/","title":{"rendered":"Mais um prego no caix\u00e3o do carv\u00e3o europeu"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_129886\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/hhhhh.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-129886\" class=\"wp-image-129886 size-full\" src=\"https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/hhhhh.jpg\" alt=\"hhhhh\" width=\"1024\" height=\"554\" srcset=\"https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/hhhhh.jpg 1024w, https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/hhhhh-225x122.jpg 225w, https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/hhhhh-300x162.jpg 300w, https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/hhhhh-430x233.jpg 430w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-129886\" class=\"wp-caption-text\">Mina de superf\u00edcie de carv\u00e3o marrom em Garzweiler, Alemanha (cr\u00e9dito: Bert Kaufmann)<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Como se os sinais da pr\u00f3pria natureza n\u00e3o bastassem, esta semana a comunidade global recebeu outra poderosa dica da Nature (com N mai\u00fasculo: a prestigiosa revista cient\u00edfica), de que <a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/environment\/2015\/jan\/07\/much-worlds-fossil-fuel-reserve-must-stay-buried-prevent-climate-change-study-says?CMP=share_btn_tw\">deixar a maior parte do carv\u00e3o no solo \u00e9 a \u00fanica forma de conter as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/a>. Os n\u00fameros s\u00e3o particularmente calamitosos para a Europa, onde 21% das reservas de petr\u00f3leo, 6% das reservas de g\u00e1s natural e 89% das reservas de carv\u00e3o devem ser mantidas no solo para ficarmos abaixo da linha vermelha, internacionalmente acordada, de 2\u00b0C de aquecimento na temperatura.<\/p>\n<p>O estudo da Nature \u00e9 o primeiro de seu tipo que especifica as aloca\u00e7\u00f5es dos or\u00e7amentos de carbono n\u00e3o s\u00f3 por regi\u00e3o, mas por tipo de combust\u00edvel f\u00f3ssil tamb\u00e9m. E como um dos principais autores do estudo, Dr. Christophe McGlade, esclarece, \u201cesse n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico caminho a se seguir e de nenhuma maneira \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o normativa [&#8230;] a pesquisa pode fornecer subs\u00eddios para as negocia\u00e7\u00f5es, como um ponto de partida para conversas mais amplas sobre responsabilidade hist\u00f3rica, equidade e mecanismos de compensa\u00e7\u00e3o potencial\u201d.<\/p>\n<h5>De 89% a 100%<\/h5>\n<div id=\"attachment_129887\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/rrrrrr.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-129887\" class=\"wp-image-129887 size-full\" src=\"https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/rrrrrr.png\" alt=\"rrrrrr\" width=\"1024\" height=\"590\" srcset=\"https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/rrrrrr.png 1024w, https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/rrrrrr-225x130.png 225w, https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/rrrrrr-300x173.png 300w, https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/rrrrrr-430x248.png 430w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-129887\" class=\"wp-caption-text\">An\u00e1lise visual dos resultados do estudo publicado na Nature (Cr\u00e9dito: Carbon Brief)<\/p><\/div>\n<p>Ao considerarmos algumas das premissas sobre as quais a fra\u00e7\u00e3o 89% depende, fica claro que o \u00fanico caminho a se seguir \u00e9 que a Europa pare completamente \u2013 100% \u2013 de escavar mais carv\u00e3o, o mais r\u00e1pido poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Para come\u00e7ar, isso nos daria uma chance de apenas 50% de nos mantermos abaixo de 2\u00b0C, o que ainda significa destrui\u00e7\u00e3o generalizada induzida pelo clima, nos moldes que j\u00e1 vimos nos \u00faltimos meses e anos (desde as inunda\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas e contundentes no Reino Unido e na Europa Central at\u00e9 a praga lenta das queimadas causadas pelas secas no sul da Europa).<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, esse n\u00famero tamb\u00e9m exige que todas as outras regi\u00f5es sigam com precis\u00e3o o seu pr\u00f3prio or\u00e7amento de carbono. At\u00e9 que ponto n\u00f3s podemos contar, para come\u00e7ar, que os pa\u00edses da antiga Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica deixar\u00e3o 97% do seu carv\u00e3o no solo, segundo os c\u00e1lculos do estudo? Isso \u00e9 dif\u00edcil de imaginar, j\u00e1 que a R\u00fassia, por si s\u00f3, est\u00e1 em um frenesi de expans\u00e3o de carv\u00e3o, com os portos de sa\u00edda de carv\u00e3o do pa\u00eds devendo ter um aumento de 300% ao longo dos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo: estamos falando de reservas &#8211; os combust\u00edveis f\u00f3sseis cuja extra\u00e7\u00e3o foi validada como vi\u00e1vel tanto do ponto de vista t\u00e9cnico como do econ\u00f4mico. Outras formas n\u00e3o convencionais \/ extremas de extra\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis est\u00e3o fora de cogita\u00e7\u00e3o, apesar de alguns dos governos da regi\u00e3o pensarem (e planejarem) diferente.<\/p>\n<h5>A realidade de deixar reservas de carv\u00e3o da Europa no subsolo<\/h5>\n<p>Quando estamos em um buraco e precisamos parar de cavar, duas coisas geralmente ajudam: os escavadores precisam encontrar uma maneira de passar para a pr\u00f3xima atividade que eles possam executar com a sua experi\u00eancia e habilidades, e \u2013 n\u00e3o menos importante \u2013 \u00e9 preciso parar de comprar mais p\u00e1s. O financiamento do carv\u00e3o \u00e9 forte. A <a href=\"https:\/\/www.rtcc.org\/2014\/10\/13\/europe-spends-e10bn-a-year-on-coal-subsidies\/\">Europa gasta 10 bilh\u00f5es<\/a> <strong>de euros<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.rtcc.org\/2014\/10\/13\/europe-spends-e10bn-a-year-on-coal-subsidies\/\">por ano em subs\u00eddios ao carv\u00e3o.<\/a> A Alemanha gastou 3 bilh\u00f5es de euros em subs\u00eddios ao carv\u00e3o em 2012, mais do que qualquer outro pa\u00eds da UE. E quando se trata da Pol\u00f4nia, a garota-propaganda do bloco para o carv\u00e3o, Bruxelas tem permitido tradicionalmente que grandes empresas nacionais se beneficiem de fundos de at\u00e9 7 bilh\u00f5es de euros no seu or\u00e7amento atual, de acordo com uma pesquisa recente da CEE Bankwatch. Todo esse financiamento est\u00e1 beneficiando uma ind\u00fastria agonizante. Ainda ontem, o governo polon\u00eas apoiou um plano de resgate para a Kompania Weglowa SA, a maior produtora de carv\u00e3o da Uni\u00e3o Europeia, que ir\u00e1 <a href=\"https:\/\/www.businessweek.com\/news\/2015-01-07\/poland-plans-job-cuts-mine-sales-to-rescue-top-eu-coal-producer\">cortar empregos, fechar minas<\/a><a href=\"https:\/\/www.businessweek.com\/news\/2015-01-07\/poland-plans-job-cuts-mine-sales-to-rescue-top-eu-coal-producer\"> e obter ajuda financeira de empresas estatais de energia<\/a><a href=\"https:\/\/www.businessweek.com\/news\/2015-01-07\/poland-plans-job-cuts-mine-sales-to-rescue-top-eu-coal-producer\"> a fim de evitar sua fal\u00eancia total.<\/a><\/p>\n<p>O risco, obviamente, \u00e9 o de que, enquanto essa ind\u00fastria morre, ela leve muitos de n\u00f3s com ela \u2013 nosso dinheiro p\u00fablico e nossos empregos. O caso polon\u00eas de quase fal\u00eancia vai, sozinho, ser a causa de 4.800 demiss\u00f5es at\u00e9 2016.<\/p>\n<p>Apesar disso, <a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/environment\/2014\/aug\/27\/coal-power-stations-eu-emissions-target\">centrais termoel\u00e9tricas movidas a <\/a><a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/environment\/2014\/aug\/27\/coal-power-stations-eu-emissions-target\">linhito ainda est\u00e3o sendo constru\u00edd<\/a><a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/environment\/2014\/aug\/27\/coal-power-stations-eu-emissions-target\">a<\/a>s <a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/environment\/2014\/aug\/27\/coal-power-stations-eu-emissions-target\">na regi\u00e3o<\/a>, o que manter\u00e1 o consumo do combust\u00edvel por d\u00e9cadas. H\u00e1 19 dessas instala\u00e7\u00f5es em v\u00e1rios est\u00e1gios de aprova\u00e7\u00e3o, planejamento ou constru\u00e7\u00e3o na Bulg\u00e1ria, Rep\u00fablica Checa, Gr\u00e9cia, Alemanha, Pol\u00f4nia, Rom\u00eania e Eslov\u00eania. Alemanha e Reino Unido, os autodeclarados l\u00edderes clim\u00e1ticos da UE, v\u00eam em primeiro e terceiro lugar no ranking nada invej\u00e1vel de consumo de carv\u00e3o no setor el\u00e9trico (a Pol\u00f4nia \u00e9 um potente segundo colocado).<\/p>\n<h5>Oposi\u00e7\u00e3o \u00e9 forte<\/h5>\n<p>&#8220;O renascimento do carv\u00e3o na Europa foi apenas um sonho\u201d. Se isso soa como se viesse de um comunicado de uma ONG ambiental \u00e0 imprensa, pense novamente. A Ag\u00eancia Internacional de Energia incluiu essa <a href=\"https:\/\/www.euractiv.com\/sections\/energy\/europes-coal-renaissance-was-only-dream-says-iea-310822\">d<\/a><strong>ura r\u00e9plica<\/strong> em seu Relat\u00f3rio de M\u00e9dio Prazo sobre Carv\u00e3o de 2014. E isso n\u00e3o \u00e9 nenhuma surpresa. <a href=\"https:\/\/www.bloomberg.com\/news\/2014-12-19\/european-coal-hits-seven-year-low-as-costs-decline-with-demand.html\">O carv\u00e3o europeu atingiu <\/a><a href=\"https:\/\/www.bloomberg.com\/news\/2014-12-19\/european-coal-hits-seven-year-low-as-costs-decline-with-demand.html\">sua maior baixa <\/a><a href=\"https:\/\/www.bloomberg.com\/news\/2014-12-19\/european-coal-hits-seven-year-low-as-costs-decline-with-demand.html\">em sete anos<\/a>, pois o custo da minera\u00e7\u00e3o e transporte o caiu e a previs\u00e3o \u00e9 de que demanda da China, o maior consumidor mundial do combust\u00edvel, diminua.<\/p>\n<p>Como se esses fortes sinais do mercado n\u00e3o fossem o suficiente, a oposi\u00e7\u00e3o p\u00fablica est\u00e1 se ampliando e fortalecendo. No ver\u00e3o passado, milhares de pessoas foram at\u00e9 a Lus\u00e1cia, na regi\u00e3o de fronteira entre a Alemanha e a Pol\u00f4nia, para onde a corpora\u00e7\u00e3o estatal sueca de energia Vattenfall e o grupo de energia polon\u00eas PGE planejam levar a expans\u00e3o de suas opera\u00e7\u00f5es de minera\u00e7\u00e3o. <a href=\"https:\/\/350.org\/massive-cross-border-human-chain-opposes-coal-mining-in-europe\/\">As pessoas formaram uma corrente humana de oito quil\u00f4metros<\/a><strong>,<\/strong> ligando cidades alem\u00e3s e polonesas que supostamente dever\u00e3o dar lugar a minas de linhito a c\u00e9u aberto.<\/p>\n<div id=\"attachment_129888\" style=\"width: 886px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/ggggggg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-129888\" class=\"wp-image-129888 size-full\" src=\"https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/ggggggg.jpg\" alt=\"ggggggg\" width=\"876\" height=\"493\" srcset=\"https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/ggggggg.jpg 876w, https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/ggggggg-225x127.jpg 225w, https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/ggggggg-300x169.jpg 300w, https:\/\/350.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2015\/01\/ggggggg-430x242.jpg 430w\" sizes=\"auto, (max-width: 876px) 100vw, 876px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-129888\" class=\"wp-caption-text\">Corrente humana na Lus\u00e1cia, no Ver\u00e3o de 2014 (Cr\u00e9dito: Patrick Pleul, The Associated Press)<\/p><\/div>\n<p>Nos \u00faltimos meses, um impressionante <a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/environment\/2014\/dec\/31\/polish-farmers-threaten-uprising-over-opencast-coalmine\">levante de agricultores <\/a><a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/environment\/2014\/dec\/31\/polish-farmers-threaten-uprising-over-opencast-coalmine\">poloneses, sindicatos e membros da comunidade<\/a> na Pol\u00f4nia ocidental tem se manifestado contra os planos da empresa polonesa de energia PAK de construir uma mina de linhito a c\u00e9u aberto na regi\u00e3o de Krobia e Miejska G\u00f3rka. Quando queimado, este linhito, de categoria inferior, emite mais di\u00f3xido de carbono do que o carv\u00e3o de qualidade superior ou o petr\u00f3leo bruto, e duas vezes mais que o g\u00e1s natural.<\/p>\n<p>No m\u00eas que vem, o <a href=\"https:\/\/globaldivestmentday.org\/\">Dia Global de Desinvestimento<\/a> ir\u00e1 proporcionar outra uma oportunidade para, mais uma vez, destacar que os combust\u00edveis f\u00f3sseis \u2013 como o carv\u00e3o \u2013 s\u00e3o passado, e que o futuro est\u00e1 nas energias renov\u00e1veis. Institui\u00e7\u00f5es como a pr\u00f3pria University College de Londres, onde trabalham os autores do estudo da Nature e que tem investimentos em combust\u00edveis f\u00f3sseis no valor de mais de 14 milh\u00f5es de libras esterlinas, ser\u00e3o ainda mais pressionadas a parar de financiar a destrui\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica e a investir seu dinheiro nas solu\u00e7\u00f5es existentes.<\/p>\n<p>E neste inverno, entre 14 e 16 de agosto, ativistas de toda a Alemanha e dos pa\u00edses vizinhos est\u00e3o convidando o p\u00fablico a se juntar a eles em uma converg\u00eancia na regi\u00e3o alem\u00e3 de Rheinland \u2013 a maior fonte de CO2 da Europa \u2013 para pedir um fim para o carv\u00e3o. Nessa regi\u00e3o, as minas se estendem at\u00e9 o horizonte, e as gigantescas m\u00e1quinas escavadoras superam os ve\u00edculos de lan\u00e7amento da Space Shuttle e da Apollo Saturn V da NASA como os maiores ve\u00edculos terrestres do mundo.<\/p>\n<p>A Europa precisa ser incentivada a simplesmente abandonar gradativamente o carv\u00e3o. Seus cidad\u00e3os exigem isso, os mercados continuam a dar sinais nesse sentido, e qualquer outra decis\u00e3o que n\u00e3o for manter praticamente todas as reservas de carv\u00e3o da regi\u00e3o no solo \u00e9 fundamentalmente incompat\u00edvel com um futuro habit\u00e1vel em nosso planeta. Como um dos autores do estudo da Nature salienta, \u00e9 hora de diminuir o abismo &#8220;entre a inten\u00e7\u00e3o declarada dos pol\u00edticos e dos respons\u00e1veis pela elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de se comprometer com um aumento de dois graus e a sua disposi\u00e7\u00e3o de realmente contemplar o que precisa ser feito para q<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Como se os sinais da pr\u00f3pria natureza n\u00e3o bastassem, esta semana a comunidade global recebeu outra poderosa dica da<span class=\"text-cutoff\">&#8230;<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":16284,"featured_media":129888,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-129885","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-featured"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v26.9 (Yoast SEO v27.7) - 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