Ações realizadas + Campanhas

Photo: Shadia Fayne Wood

Apoiando o ativismo jovem:

Mobilização Global pelo Clima

Galeria de destaques

Indonesia | Photo: Gilang Kharisma | Survival Media Agency

Kenya | Photo: Joel Lukhovi | Survival Media Agency

London | Photo: Kristian Buus | Survival Media Agency

NYC | Photo: Shadia Fayne Wood | Survival Media Agency

Greta in NYC | Photo: Shadia Fayne Wood | Survival Media Agency

Germany | 350 Europe

Canada | Photo: Abdul Malik

Os números

>7.6 milhões de pessoas engajadas no mundo inteiro

>6.1 mil events eventos em 185 países

>3 mil empresas participantes

>8.5 mil sites parceiros

820 organizações mobilizadas

73 sindicatos atuando juntos

73 mil menções nos principais veículos de imprensa

23.5 milhões de pessoas alcançadas nas redes sociais

$500 mil em apoio direto

Mais de 7.6 milhões de pessoas participaram da maior Mobilização Global pelo Clima já realizada – o maior protesto da história. De 20 a 27 de setembro de 2019, milhões de manifestantes liderados por jovens ativistas saíram às ruas de todo o mundo exigindo ações concretas contra a crise climática: 1.4 milhão de pessoas participaram na Alemanha; 330 mil na Austrália; 250 mil em Nova York; e outras milhões, de todas as idades e localidades, entraram em ação na África, nas ilhas do Pacífico e em países como Turquia, Reino Unido, Estados Unidos, Japão, Ucrânia e França.

A 350.org gastou mais de 500 mil dólares em ações climáticas – valor destinado a doações, contribuições diretas, segurança, equipamentos de som, transporte, materiais gráficos etc. Esse montante também foi utilizado para a construção e manutenção do site da Mobilização Global pelo Clima, que serviu como um centro para organizadores locais e regionais postarem informações sobre seus eventos, com acesso gratuito a recursos como peças gráficas, pôsteres e tutoriais. Aproveitamos as plataformas online para organizarmos uma mobilização climática digital com mais de 8.5 mil sites indicando o local do protesto mais próximo a mais de 1.1 milhão de pessoas.

Para promover uma ampla coalizão de parceiros, a 350.org usou sua experiência de uma década atuando em mobilizações e articulação de ações globais. Realizamos reuniões de estratégia e treinamentos; iniciativas de apoio em comunicação e relacionamento com a imprensa; distribuição de equipamentos audiovisuais para ações e marchas; segurança; e transporte para os jovens ativistas. Mobilizamos nossa plataforma para que fossem ouvidas as vozes e histórias das jovens lideranças indígenas e das comunidades que estão na linha de frente.

Trabalhamos em estreita colaboração com parceiros para coordenar e apoiar a turnê da ativista climática Greta Thunberg pelos Estados Unidos e organizamos a Semana da Juventude pelo Clima, em Washington. Organizamos reuniões com líderes e políticos de alto escalão durante a visita de Greta à capital norte-americana em setembro, planejamos eventos estratégicos para ela em Nova York e a colocamos em contato com lideranças ligadas ao movimento de justiça climática e aos povos indígenas.

Por fim, garantimos que a Mobilização Global pelo Clima, bem como nossas demandas por justiça climática e pelo fim do uso de combustíveis fósseis, fosse ouvida em todo o mundo.

  • As mobilizações obtiveram um êxito sem precedentes na imprensa, com um total de mais de 73 mil menções em inúmeras publicações e dez idiomas, incluindo grandes veículos como The Guardian, Forbes, Vox, Washington Post e USA Today.
  • Em nosso trabalho junto aos jornalistas, focamos em garantir que houvesse uma diversidade de novos atores: com exceção de Bill McKibben e May Boeve, os dez porta-vozes mais citados foram jovens ativistas de várias partes do mundo.
  • Nas redes sociais, tivemos um alcance de 23.5 milhões de pessoas em várias plataformas, produzimos 80 vídeos em apoio aos protestos e obtivemos 4.39 milhões de visualizações dos nossos vídeos.

Parando Projetos icônicos de combustíveis fósseis pelo mundo

Galeria de destaques

Brasil | 350 Brasil

Kenya | Photo: A24

Our Time | Photo: Alexis Fawn

UK Fracking

Promise to Protect

Bloqueando oleodutos nos Estados Unidos

graphic of petitions, oil rig breaking and publication over a map of the US

29 mil assinaturas para a Promessa de Proteção

>1.1 mil treinados em resistência não violenta

3 obras de oleodutos atrasadas

1 grande relatório de pesquisa

Continuamos adiando a construção do oleoduto Keystone XL e treinamos milhares de ativistas em nossa turnê Promessa de Proteção. Trabalhamos em estreita colaboração com a nossa coalizão de parceiros indígenas em torno do compromisso de proteger suas terras e nosso clima do oleoduto Keystone XL, realizando treinamentos intensivos com mais de 1.1 mil pessoas em nove cidades. Convocadas por lideranças indígenas, mais de 29 mil pessoas se comprometeram a resistir pacificamente nas áreas que compõem a rota do oleoduto.

A Line 3 é um enorme oleoduto de areias betuminosas que parte do Canadá indo até o Winsconsin, previsto para ser construído no norte de Minnesota. Esse oleoduto cruzaria 192 corpos d’água, incluindo o rio Mississippi e ameaçando o abastecimento de água potável em todo o estado. Em parceria com a MN350, treinamos 250 ativistas na turnê Promessa de Proteção, visando aprofundar o nosso trabalho contra a construção do Line 3. Pressionamos o governador Walz e ajudamos a tornar a interrupção do Line 3 uma parte fundamental das Mobilizações pelo Clima no estado.

Por fim, também fomos vitoriosos no adiamento da construção do gasoduto de gás fraturado Williams, em Nova York. Em março, a 350.org publicou um relatório rigoroso sobre esse gasoduto – False Demand: The Case Against the Williams Fracked Gas Pipeline. Em maio, após três anos de mobilização vigorosa, protestos criativos e lobby em muitas frentes, o projeto do oleoduto Williams foi rejeitado pelo Departamento de Conservação Ambiental de Nova York. Além disso, entregamos 16 mil assinaturas exigindo que o governador Cuomo interrompesse o gasoduto, incluímos mais de dois mil comentários na coleta oficial de opiniões sobre o projeto, elaboramos um plano de comunicação para a coalizão Stop Williams e organizamos o Fórum do Green New Deal, com mil participantes , em Nova York.

Nossa hora no Canadá

graphic of a debate and a person looking at a computer over a map of canada

>6.8 mil participantes na campanha

50 mil exigiriam um debate sobre o clima

14 centros da campanha Our Time

154 mil visitas ao site

In 2019 we also launched the Campanha Our Time – um esforço de base inovador para oferecer uma visão ousada e um plano de ação concreta para combater, ao mesmo tempo, as mudanças climáticas e a desigualdade. Nossa equipe apoiou o Powershift 2019, um treinamento intensivo de ação climática para jovens. Durante a capacitação, os participantes coletaram mais de cinco mil assinaturas de apoio ao Green New Deal no Canadá.

Logo após o treinamento, 14 centros da campanha Our Time foram criados em todo o Canadá. Além disso, ao lado de 150 organizações, ajudamos mais de 150 prefeituras a construirem consenso para a elaboração de um Green New Deal. Essa organização levou mais de 50 mil pessoas a se engajarem em nossa ação Change the Debate, exigindo que a rede de comunicação CBC realizasse um primeiro debate de lideranças sobre a crise climática.

Após as eleições de outubro de 2019 no Canadá, precisávamos garantir que o país agisse em prol do clima. Um grupo de 27 jovens ocupou a Câmara dos Comuns, levando 338 cartas de mandato – uma para cada parlamentar –, exigindo apoio para um Green New Deal no Canadá.

Ao todo, a campanha Our Time teve mais de 6.8 mil inscritos, enviou 59 mil mensagens para 17 mil pessoas e recebeu mais de 150 mil visitas únicas em seu site em apenas cinco meses.

AfrikaVuka: acabando com o carvão na África

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2 grandes vitórias contra o carvão

60 ações em 20 países

3 grandes bancos retiraram seu apoio ao carvão

Após anos de campanha de base, o governo do Quênia cancelou a licença concedida à Amu Power – empresa responsável pelo projeto da usina a carvão Lamu – devido à falta de participação pública efetiva e aos riscos socioambientais. Desde 2013, a 350.org tem trabalhado em colaboração com muitos parceiros locais para ampliar as ações que levaram ao cancelamento do projeto. Essa vitória tem consequências de longo alcance para o desenvolvimento dos combustíveis fósseis na região.

Essa grande conquista aconteceu logo após a campanha AfrikaVuka , realizada por parceiros e ativistas que promoveram um dia regional de 60 ações em 20 países africanos. A mobilização incluiu:

  1. Uma passeata que percorreu as comunidades afetadas pela mineração e pelo fracking, pedindo a proibição nacional do fracking em Pretória, na África do Sul
  2. Uma marcha em Nairóbi contra projetos de usinas a carvão
  3. Um encontro em Goma exigindo o fim imediato da exploração de petróleo em ecossistemas sensíveis no leste da República Democrática do Congo
  4. Uma passeata com centenas de estudantes nigerianos que exigiram de seus parlamentares a aprovação de um projeto de Lei do Clima, colocando o país no caminho da justiça climática

Também obtivemos uma grande vitória quando nossa campanha pressionou o Banco de Desenvolvimento da África do Sul (DBSA, na sigla em inglês) para que se comprometesse a não financiar a usina a carvão de Thabametsi. Estamos felizes em informar que a autorização do DBSA para o financiamento dessa usina expirou – qualquer participação no projeto vai demandar uma nova série de aprovações. Além disso, o Standard Bank, o FirstRand Bank e o Nedbank retiraram oficialmente seus apoios financeiros para as usinas a carvão de Thabametsi e Khanyisa. O Nedbank deu um passo além: firmou um compromisso público em abril, no qual declarou que nunca mais financiará projetos ligados ao carvão.

Por último, também ajudamos a treinar e envolver 20 grupos de toda a África em cursos de narrativa, estratégia e organização digitais. O resultado disso foi a campanha #AfrikaVuka, treinada em uma plataforma e em ferramentas digitais que vão ajudar a mobilização a atingir seus objetivos.

Impedindo perfurações no Brasil

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>400 proibições municipais ao fracking

2 proibições estaduais ao fracking

21 milhões de pessoas protegidas do fracking

671 bilhões de barris de petróleo mantidos no solo

A 350 Brasil e a Coalizão Latino-Americana contra o Fracking (COESUS) comemoraram duas grandes conquistas para interromper os projetos de fracking, mantendo no solo a maior reserva de xisto do Sul Global. Em junho, o estado do Paraná proibiu o fracking em seu território e, em agosto, Santa Catarina seguiu o exemplo. Essas duas proibições estaduais somadas aos mais de 400 municípios em todo o Brasil que baniram o fracking protegem a saúde de mais de 21 milhões de pessoas diante das ameaças dos projetos de fraturamento.

Em 10 de outubro de 2019, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizou um leilão para conceder o direito de exploração de 36 blocos de petróleo offshore. Em pelo menos quatro desses blocos – localizados na Bacia de Camamu-Almada –, um eventual vazamento pode causar sérios danos ao Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, que abriga 1.3 mil espécies marinhas (45 das quais estão ameaçadas de extinção). Em colaboração com parceiros locais, tomamos medidas para impedir esses leilões. Graças à nossa pressão, apenas um terço dos blocos foi leiloado; o óleo de Abrolhos e outras regiões se manteve no solo.

Em meio aos incêndios devastadores na Amazônia, nossa equipe interrompeu o ministro brasileiro do Meio Ambiente em um evento, segurando cartazes e gritando frases como “Queremos nossas florestas vivas!” para garantir que o movimento fosse ouvido.

Sucesso contra os combustíveis fósseis na Europa

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3 grandes conquistas

1 proibição nacional ao fracking

>40 mil pessoas contra o carvão

1 grande gasoduto paralisado

Os combustíveis fósseis estão enfrentando uma resistência crescente em toda a Europa. Quando olhamos para trás e lembramos das principais lutas que identificamos há pouco mais de um ano, é impressionante ver o quão bem-sucedida é a resistência popular que busca interromper esses projetos.

Graças a anos de mobilização intensa da 350.org e de organizações parceiras, o governo do Reino Unido proibiu totalmente o fracking, alertando as empresas de gás de xisto que nenhum projeto futuro seria aceito. Essa proibição representa uma tremenda vitória para os ativistas do clima que há anos trabalhavam vislumbrando esse momento.

Além disso, no início de 2019, comunidades locais comemoram o anúncio de que as agências reguladoras de energia da França e da Espanha não apoiarão o gasoduto MidCat / STEP entre os dois países. Na Suécia, o governo decidiu negar a licença final do terminal de gás de Gotemburgo – apoiado pela União Europeia – por motivos climáticos, após anos de oposição local, incluindo uma paralisação poucas semanas antes da decisão.

Por último, para seguir pressionando a Alemanha a eliminar o carvão, a 350.org trabalhou com parceiros para mobilizar uma ação pública na região mineradora desse combustível fóssil no país. Mais de 40 mil ativistas de toda a Europa se reuniram para exigir justiça climática. Por mais de 48 horas, milhares de ativistas usaram seus corpos como barreira entre as aldeias ameaçadas e a mina.

Segurando o carvão na Turquia

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24 cidades em prol do Acordo de Paris

1 grande projeto de usina cancelado

1 documentário realizado

Em outra grande conquista de 2019, o Supremo Tribunal Administrativo da Turquia decidiu anular uma decisão do Ministério de Meio Ambiente e Urbanização do país e rejeitar a construção da usina térmica de Hema. O projeto deveria ser construído na região de Amasra, na província de Bartin, cidade histórica que figura na lista temporária de Patrimônio Mundial da UNESCO. Um estudo indicou que, se a Turquia adotar medidas em conformidade com o Acordo de Paris, economizará 23 milhões de dólares, evitará 35 mil mortes relacionadas à poluição do ar e criará 64 mil novos empregos no setor de energia limpa.

Cidades turcas se mobilizam – 24 cidades, incluindo três das cinco maiores da Turquia – apresentaram a declaração Cidades pela Ação Climática, aderindo ao Acordo de Paris. Isso aconteceu depois que organizamos uma reunião de três dias, em março de 2019, com 34 participantes focados na execução de campanhas voltadas ao clima.

Por último, destacamos os impactos do carvão em comunidades de todo o país no documentário The Curse of Coal. Temos um papel a desempenhar, dando visibilidade às histórias daqueles que defendem suas terras e suas cidades natais a todo custo, como em Muğla, onde realizamos diversos workshops sobre como lutar contra o desenvolvimento do carvão.

Impedindo o financiamento de combustíveis fósseis

Galeria de destaques

Pikachus | AC Dimatatac

Japan | 350 Japan

EIB | 350 Europe

350 Ukraine

Desinvestimento e financiamento do futuro

graph showing trillions divested from fossil fuels by year. 2016 - 5T, 2017 - 6T, 2018 - 8T, 2019 - 14T

Ao lado de centenas de grupos globais, garantimos compromissos de desinvestimento que totalizam 14.09 trilhões em ativos administrados. Por meio de campanhas e mobilizações, o movimento climático agora pressiona para que não haja mais nenhum novo financiamento voltado aos combustíveis fósseis. Os compromissos incluem promessas de mais de 1.1 mil instituições, cerca de 60 mil indivíduos, 40 nações e 40 instituições religiosas, incluindo 50% das universidades do Reino Unido, a Cidade do Cabo (África do Sul), a Irlanda e a Noruega.

Além disso, em setembro de 2019, reunimos centenas de ativistas e lideranças na África do Sul para discutir estratégias de desinvestimento. Organizamos o primeiro Financing The Future Summit na Cidade do Cabo. Mais de 26 organizações globais assinaram a Declaração da Cidade do Cabo que exige uma rápida eliminação da produção de combustível fóssil em todo o planeta, sem novas explorações de reservas ou expansão da capacidade de refino e de gasodutos e oleodutos.

Paralisando o financiamento de combustíveis fósseis no Japão

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10 mil pessoas mobilizadas

1 mapa interativo

80 mil exigiram o fim do carvão no Japão

22 mil pediram aos bancos que parassem de financiar combustíveis fósseis

In East Asia, we developed an Desenvolvemos, no leste da Ásia, um mapa online interativo de financiamento de carvão para rastrear financiamentos e projetos na região.

No Japão, desde o lançamento das campanhas My Bank, My Future e Let’s Desinvest, mais de 10 mil pessoas assinaram petições exigindo que os bancos parem de investir em carvão, combustíveis fósseis e energia nuclear. Como resultado, 13 organizações e mais de 170 pessoas mudaram suas contas bancárias para bancos que não financiam combustíveis fósseis ou energia nuclear.

Antes de o Japão sediar a reunião do G20, mais de 80 mil pessoas de todo o mundo exigiram que o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, demonstrasse liderança em prol do clima, acabando com o financiamento estatal do carvão e de outros combustíveis fósseis. As ações ocorreram em usinas, nas ruas e em embaixadas japonesas espalhadas pela Ásia. A mensagem foi projetada até mesmo no histórico Castelo de Osaka.

Além disso, mais de 22 mil assinaturas foram enviadas aos principais conglomerados bancários do Japão: Mitsubishi UFJ, Mizuho, Sumitomo Mitsui e Sumitomo Mitsui Trust. A reputação dos bancos japoneses enfrenta grandes riscos, pois as partes interessadas em todo o mundo estão pressionando pelo fim do financiamento de projetos ligados ao carvão e pela adesão ao Acordo de Paris.

Vitória no Banco Europeu de Investimento

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€555 bilhões retirados dos combustíveis fósseis

“banco climático” no mundo

O Banco Europeu de Investimento (BEI), o maior credor público mundial e braço de empréstimo de 555 bilhões de euros da União Europeia, adotou uma nova política que acabará com o seu financiamento a todos os projetos de combustíveis fósseis até o final de 2021, enquanto a instituição tenta se tornar o primeiro “banco climático” do mundo – uma decisão que deve ter impactos duradouros nos mercados financeiros.

A 350.org desempenhou um papel fundamental nos últimos anos, aumentando a pressão sobre o BEI por meio de abaixo-assinados, ações digitais inovadoras, trabalho incisivo de comunicação, parcerias eficazes com ONGs e grupos de base e mobilizações disruptivas em toda a Europa.